Todo mundo já presenciou ao menos uma vez a cena do bebê que não fica no colo de outra pessoa, da criança que chora para ficar com a babá se os pais precisam sair ou do escândalo na frente da Escola. Essas demonstrações caracterizam a ansiedade de separação, ou seja, os bebês e crianças que têm receio ou medo de ficar longe de seus pais.

A situação, apesar de ser comum, é dolorosa para toda a família. Os pequenos choram e demonstram insegurança, pois os pais são figuras de referência, logo, ficar um tempo longe alimenta a fantasia de que eles não irão retornar após uma noite de sono ou para buscá-los na Escola, por exemplo.

Apesar de difícil, passar por esse período com as crianças é normal e faz parte de um processo de desenvolvimento infantil. Os sintomas começam com meses, mas vão diminuindo por volta dos dois anos até não haverem mais episódios, porém, é preciso ressaltar que cada pequeno tem seu tempo de adaptação e que precisa ser compreendido e respeitado pela família.

A chegada de um novo bebê, perdas na família ou mudanças de casa, cidade e escola também podem ser como gatilhos para as crianças apresentarem sintomas de ansiedade de separação e precisam ser observadas pelo pais com bastante atenção.

Mas o que fazer diante de episódios de ansiedade de separação? Elencamos algumas dicas para ajudar os pais a lidarem com esses momentos difíceis.

Com o amadurecimento e ao longo do crescimento da criança, esses sintomas da ansiedade de separação tendem a diminuir, pois ela vai entender melhor as situações, mas caso isso não aconteça, é recomendado procurar a ajuda de um psicólogo infantil para um tratamento adequado que beneficiará toda a família.

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